The China Squeeze (O Aperto da China) (Parte 2)
Na newsletter de tratamos de um terceiro tipo de choque chinês (além daqueles Choques I e II já discutidos neste espaço), comumente conhecido como “China Squeeze” (Aperto da China) originado a partir do artigo dos economistas indianos Shoumitro Chatterfee e Arvind Subramanian, intitulado “China Is Pulling Up the Ladder Behind It: How Beijing´s Export Strategy Will Keep Poor Countries Poor” (China Está Puxando a Escada Atrás Dela: Como a Estratégia de Exportação de Pequim Irá Manter os Países Pobres Pobres), na revista Foreign Affairs em .
The China Squeeze (O Aperto da China) (Parte 1)
Na newsletter publicada em tratamos do Choque da China I e do Choque da China II. Nesta newsletter trataremos de um terceiro tipo de choque, comumente conhecido como “China Squeeze” (Aperto da China) originado a partir do artigo dos economistas indianos Shoumitro Chatterfee e Arvind Subramanian, intitulado “China Is Pulling Up the Ladder Behind It: How Beijing´s Export Strategy Will Keep Poor Countries Poor” (China Está Puxando a Escada Atrás Dela: Como a Estratégia de Exportação de Pequim Irá Manter os Países Pobres na Pobreza), na revista Foreign Affairs em .
Quem financia os Estados Unidos da América?
Não é mais segredo para ninguém que o mundo das finanças está ficando cada vez mais complexo, à medida que mais se conecta. E se no âmbito acadêmico aprendemos que o setor financeiro existe para levantar fundos, hoje cada vez mais concordamos com a tese, do economista Michael Howell, de que ele existe para refinanciar dívidas.
Dollar or Yuan: Is this the question? (Dólar ou Yuan: É esta a questão?) (Parte final)
Na newsletter de Dollar or Yuan: Is this the question? (Dólar ou Yuan: É esta a questão?) (Parte 1), publicada em iniciamos uma discussão sobre se a questão contemporânea crucial para o Brasil seria dar preferências às relações com o dólar ou àquelas com o yuan. Argumentamos, então, que do ponto de vista estratégico, o Brasil se tornaria particularmente interessante se parássemos de tratar o yuan apenas como uma variável cambial, e passássemos a vê-lo como parte de uma arquitetura em transformação do ajuste global.
Dollar or Yuan: Is this the question? (Dólar ou Yuan: É esta a questão?) (Parte 1)
Eis aqui uma questão que atualmente está perpassando várias discussões no Brasil contemporâneo: damos preferência às relações com o dólar ou aquelas com o yuan? O que vamos apontar com esta série de newsletters, que hoje se inicia, é que esta não é a questão que deveríamos nos preocupar como brasileiros.
Guerras de Comércio São Guerras de Classes
Na newsletter de Choque da China I e Choque da China II, publicada em tratamos dos choques da China I e II apontando quais seriam suas principais diferenças e mecanismos. Apesar de explicitarmos seus principais aspectos, deixamos em aberto as explicações correntes mais aprofundadas sobre as razões pelas quais tais choques ocorreram.
A Formação de Crenças na Era da IA
As teorias de formação de crenças são altamente interdisciplinares, abrangendo filosofia, psicologia, economia, ciência política, sociologia e, mais recentemente, ciência cognitiva e inteligência artificial. Enquanto a literatura anterior focava crenças como estados cognitivos individuais, pesquisas contemporâneas veem crenças como resultado de interações entre cognição, ambientes sociais, instituições, mídia e tecnologia. (PubMed Central (PMC))
Choque da China I e Choque da China II
Os conceitos do Primeiro Choque da China e do Segundo Choque da China se referem a duas fases distintas do impacto da China sobre a economia global. Embora ambos envolvam a ascensão chinesa, eles operam por mecanismos muito diferentes. O primeiro choque nós discutimos aqui na newsletter Industrializar, Desindustrializar, Reindustrializar (parte 1), publicada em ). O segundo vem sendo tratado por alguns poucos autores e instituições.
Digital Money (Dinheiro Digital)
Para início de discussão, um breve esclarecimento. Money, dinheiro em português, é um conceito amplo e intangível que representa um sistema de troca de valor, servindo como meio de troca, unidade de conta e reserva de valor. Já Currency, moeda em português, é um subconjunto específico e tangível do dinheiro como a forma física (moedas e notas).
O relatório que resenhamos hoje, intitulado “Digital Money”, publicado em junho deste ano pelo CEPR – Center for Economic Policy Research (uma rede de cerca de 2000 economistas em sua maioria de universidades europeias) e pela IESE – Business School da Universidade de Navarra, Espanha, examina o surgimento do dinheiro digital como uma transformação das instituições monetárias, mais do que meramente uma mudança em tecnologia de pagamentos.
Mercados de Capitais: uma perspectiva comparada (Parte Final)
Chegamos ao final desta série que teve sua primeira parte publicada em , quando iniciamos uma discussão que nos levou ao tratamento da estrutura e da dinâmica dos mercados de capitais do Brasil, dos EUA, da China e da Ásia. Começamos com o Brasil (em duas newsletters), seguido de uma abordagem sobre a segmentação da liquidez no Brasil, passamos pelo mercado de capitais estadunidense, e pelos mercados chinês e asiático, e hoje sintetizamos toda a discussão com o mercado Europeu.
Mercados de Capitais: uma perspectiva comparada (Parte 5)
Esta newsletter dá seguimento a uma série que teve sua primeira parte publicada em 15/06/2026, quando iniciamos uma discussão que nos levou ao tratamento da estrutura e da dinâmica dos mercados de capitais do Brasil, dos EUA, da China e da Ásia. Começamos com o Brasil (em duas newsletters), seguido de uma abordagem sobre a segmentação da liquidez no Brasil, passamos pelo mercado de capitais estadunidense, e hoje tocamos nos mercados chinês e asiático.
Mercados de Capitais: uma perspectiva comparada (Parte 4)
Na primeira newsletter desta série, intitulada Mercados de Capitais: uma perspectiva comparada (Parte 1), iniciamos uma discussão que nos levou ao tratamento da estrutura e da dinâmica dos mercados de capitais do Brasil, dos EUA, da China e da Ásia. Começamos com o Brasil (em duas newsletters), seguido de uma abordagem sobre a segmentação da liquidez no Brasil. Hoje retomamos com o mercado de capitais estadunidense.
Mercados de Capitais: uma perspectiva comparada (Brasil e a segmentação da liquidez financeira) (Parte 3)
Como já defendemos nas newsletters A arquitetura relevante do sistema financeiro internacional (Parte 1), A arquitetura relevante do sistema financeiro internacional (Parte 2), e A arquitetura relevante do sistema financeiro internacional (Parte Final), vivemos hoje num mundo onde a liquidez global é um dos principais determinantes dos ciclos econômicos. Liquidez se refere à habilidade de uma companhia realizar suas obrigações de curto prazo. Ela mede quão fácil uma companha converte seus ativos em dinheiro para pagar seus passivos em um ano.

